Fiz este gráfico no Google Trends que mostra a popularidade de alguns pensadores (Freud, Nietzsche, Foucault, Spinoza, Deleuze) na web. Estou chamando de popularidade o volume com que estes sobrenomes deles são buscados no Google. Utilizei a forma em inglês do nome. Spinoza, por exemplo, também é conhecido como Espinosa no Brasil e em Portugal.

Me chamou atenção no gráfico:


Que importa toda a arte de nossas obras de arte, se chegamos a perder a arte superior que é a arte das festas? Antigamente as obras de arte eram expostas na grande avenida de festas da humanidade, para lembrança e comemoração de momentos felizes e elevados. Agora se pretende, com as obras de arte, atrair os miseramente exaustos e enfermos para fora da longa via dolorosa da humanidade, para um instantezinho de prazer; um pouco de embriaguez e de loucura lhes é oferecido. (Nietzsche, Gaia Ciência, § 89, “Agora e outrora”).
Frutos de um mundo que funcionalizou a arte e a festa como esferas separadas da vida.